🗓️14 de Outubro de 2025
✍️ Radar Político AP
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Macapá | Opinião Colunistas | Autopromoção
Primeira-dama e Secretária Municipal, Rayssa busca projeção política, mas sem experiência ou propostas concretas, levantando dúvidas sobre sua atuação e sobre a gestão do marido.
Rayssa Furlan busca, a todo custo, se estabelecer como figura política no Amapá. No entanto, o que chama atenção não é sua trajetória — e sim a ausência dela. Sem experiência política consolidada, sem atuação independente e sem histórico de trabalho efetivo em gestão pública, Rayssa parece mais movida pelo status e pela autopromoção do que pelo compromisso com o povo amapaense.
Mesmo sendo primeira-dama de Macapá, ela ocupa o cargo de Secretária Municipal de Mobilização e Participação Popular, dentro da gestão do próprio marido, o prefeito Antônio Furlan. Essa sobreposição de funções levanta dúvidas sobre moralidade administrativa e favorecimento político, reforçando o velho costume de transformar o poder público em espaço familiar.
Enquanto Macapá enfrenta a falta de medicamentos nas unidades de saúde, ruas esburacadas e comunidades esquecidas, Rayssa aparece em palcos e eventos festivos, promovendo danças e apresentações públicas. As cenas, que circulam nas redes sociais, geram repercussão negativa e passam a impressão de que falta seriedade diante da realidade da capital.
Além disso, a gestão do prefeito Antônio Furlan tem sido alvo de críticas e questionamentos, especialmente sobre transparência e uso dos recursos públicos. Nesse contexto, a tentativa de Rayssa de se projetar como nova liderança política soa mais como uma extensão de um governo contestado do que como uma proposta de renovação.
Rayssa Furlan quer ser senadora, mas até agora não mostrou preparo nem independência. Macapá precisa de lideranças que saibam governar com responsabilidade — e não de figuras preocupadas apenas em manter o poder dentro do mesmo círculo político.
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