🗓️ 25 de Maio de 2026
✍️ Radar Político AP
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Mensagens apontam ofensiva digital contra vereadores de oposição, familiares e agentes da fiscalização; Pedro DaLua aparece entre os alvos e até seu filho é citado no material divulgado.
MACAPÁ – Um novo vazamento de mensagens, datado de 19 de agosto de 2025, volta a movimentar o cenário político da capital ao expor o que seria uma suposta estrutura de ataques digitais voltada contra vereadores de oposição da gestão do ex-prefeito Antonio Furlan na Câmara Municipal de Macapá.
Segundo o material divulgado, o núcleo de comando da chamada “milícia digital” atribuída ao ex-prefeito Antonio Furlan e à ex-secretária Rayssa Furlan atuaria sob direcionamentos do ex-secretário de Comunicação da Prefeitura de Macapá, Juarez Menescal.
As conversas revelariam uma lista de ataques direcionados contra parlamentares identificados como opositores da gestão municipal, incluindo Pedro DaLua, Daniel, Ruzivan, Jadão, Margleide, Zé Luiz, Banha Lobato, Cláudio Góes, Josalio, Patrik e Léa Pelaes.
De acordo com o conteúdo apresentado, as estratégias envolveriam produção de vídeos, construção de narrativas políticas, ataques pessoais e campanhas digitais destinadas a atingir a imagem pública de vereadores, enfraquecer ações de fiscalização e desgastar adversários políticos.
Um dos pontos de maior repercussão do material é a menção direta ao “vídeo do filho do DaLua”, indicando que a ofensiva descrita nas mensagens supostamente não teria ficado restrita apenas aos parlamentares, alcançando também familiares.

À época dos fatos, Pedro DaLua exercia a presidência da Câmara Municipal de Macapá e, segundo o conteúdo divulgado, apareceria entre os nomes incluídos na lista de alvos. Nas mensagens, inclusive, seu filho é citado dentro da estratégia narrada nas conversas.
As mensagens, conforme a denúncia apresentada, teriam sido obtidas do celular de um editor contratado para realizar disparos de conteúdo em redes sociais e grupos de WhatsApp, com o objetivo de atingir opositores e enfraquecer ações de fiscalização contra a gestão municipal.
O caso reacende o debate sobre o uso de estruturas digitais, comunicação política e os limites da disputa pública quando estratégias de enfrentamento passam a envolver não apenas agentes políticos, mas também familiares.
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